Venda online e o Coronavírus – o que esperar do e-commerce?

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A pandemia coronavírus teve início na China em 2019 e se espalhou para o Brasil no dia 25 de fevereiro de 2020. O primeiro caso positivo foi no estado de São Paulo, por um brasileiro que viajou para a Itália com sintomas leves e que deram um primeiro teste laboratorial positivo. No dia 8 de março, houve um aumento de casos no país devido ao COVID-19, que ocorreu em menos de dois dias, de 13 para 25 casos confirmados em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Alagoas. 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_COVID-19_no_Brasil 

Como consequência, o maior evento considerado no Brasil teve que ser adiado devido ao aumento de casos de coronavírus no país, o Fórum Econômico Mundial, com sede em São Paulo, programado para o final de abril.

Da mesma forma, outro grande evento, do Salão de São Paulo de 2020, teve que ser cancelado em 6 de março, após a retirada de várias marcas internacionais da região para evitar novos contágios, devido à crescente chegada do vírus na Europa.

Não está sendo fácil gerenciar empresas neste momento de crise. A cada dia, o perigo do coronavírus se torna maior e ameaça a sobrevivência do seu negócio. Ninguém sabe o que vai acontecer, mas é certo que não podemos parar. E, em função das dificuldades que vão surgir, as pessoas vão precisar, como nunca, contar com a sua força.

O comportamento do consumidor está sendo afectado pelo virus

As incertezas relacionadas à disseminação do coronavírus (Covid-19) pelo mundo já estão afetando o comportamento dos consumidores, segundo pesquisa realizada pela Coresight Research. De acordo com a pesquisa, os consumidores estão mais cautelosos ao fazer compras em lojas físicas pela grande concentração de pessoas, o que em muitos lugares já foi proibido, e estão se voltando ainda mais para o e-commerce como um meio seguro para obter suprimentos básicos.

 

Esta é uma situação que jamais vivemos, por isso este artigo vai mostrar a realidade atual do e-commerce no Brasil e no mundo.

Veja como você pode conduzir o seu negócio, aproveitando as oportunidades para encarar o desafio e se reinventar.

 

Efeito Coronavírus: vendas online cresceram 50% 

Como em qualquer crise, há negócios que perdem e outros que vencem. O avanço do coronavírus gerou um boom de compras e pedidos online na última semana, fazendo as plataformas de serviços online crescerem exponencialmente. Alimentos, produtos de higiene e itens de farmácia são os mais procurados.

Observamos que nas últimas semanas há um claro interesse em comprar produtos de saúde, higiene, perfumaria e alimentos, o que se reflete tanto no aumento da venda de farmácias e supermercados, quanto nas pesquisas no aplicativo”, explicaram os porta-vozes da empresa de transporte Rappi. “Entre os produtos mais comprados, destaca-se o termômetro, que cresce 20% semana a semana, e o papel higiênico, que dobrou suas vendas”, afirmam da Rappi. Outro dos produtos procurados na categoria foi álcool gel e toalhetes desinfetantes.

 

Embora ainda seja muito cedo para estimar números, nos últimos dias houve um verdadeiro boom de vendas online  e a estimativa é que esses números aumentem ainda mais.

O comportamento da demanda varia com o dia, existem flutuações nos pedidos que acompanham a tendência positiva do negócio. Da mesma forma, alguns itens, como supermercados ou farmácias, tiveram um crescimento que acompanhou o que aconteceu no nível do comércio em geral.

Os produtos de primeira necessidade tiveram um pico de demanda, mas o esperado é que o tráfego aumente nas lojas em geral. É esperado que esses números continuem a crescer ao longo dos dias, e é por isso que muitas empresas estão adaptando seus sistemas para poder responder ao aumento de movimento. As empresas estão se organizando para atender a essa demanda que excede os volumes usuais.

O comércio eletrônico teve um crescimento sustentado nos últimos anos, mas o coronavírus parece se concentrar em setores que não atingiram o topo da lista de demanda até agora.

Fonte: https://www.ambito.com/informacion-general/ventas/efecto-coronavirus-las-ventas-online-crecieron-un-50-n5089676

 

Outros setores

Os picos de demanda também atingem outros setores. A marca têxtil, italiana,  Mango confirma registrar um aumento significativo de pedidos em suas lojas online, embora sem comprometer seu sistema de entrega. Fontes da empresa garantem que “não há impacto, mesmo na Itália, embora agora as lojas físicas estejam fechadas”. A Mango, no entanto, estará ciente das recomendações das autoridades para emitir outras medidas necessárias.

A Inditex – empresa controladora da Zara, Bershka ou Massimo Dutti, entre outras marcas – já anunciou nesta sexta-feira o fechamento temporário de suas lojas físicas na Comunidade de Madrid, La Rioja, e nos municípios de Vitória (Álava), Miranda del Ebro (Burgos) e Igualada (Barcelona). Mas, dada a proximidade da apresentação de seus resultados, a rede prefere não comentar o andamento de seus canais de vendas online.

 

Empresas que crescem apesar do coronavírus: entrega, beleza, comércio eletrônico e produtos de limpeza

Em meio à crise causada pela expansão do novo coronavírus, que teve um forte impacto nas vendas no varejo, existem algumas empresas que começaram a ver aumento em sua demanda. No entanto, especialistas do consumidor alertam que esse impacto positivo pode ser de curto prazo.

Enquanto grandes shoppings, restaurantes, cinemas e lojas de roupas observam uma queda acentuada devido à menor circulação de clientes e ao medo de contágio em locais movimentados, há itens em ascensão: serviços de entrega e plataformas online, grandes supermercados e atacadistas, venda de eletrônicos e empresas dedicadas à produção de produtos de higiene.

As empresas tradicionais estão lutando e procurando dar mais ênfase aos seus canais de vendas eletrônicas. Nesse contexto, as empresas tradicionais estão lutando com mais força em seus canais online. Para que você continue vendendo com sucesso é necessário investir no e-commerce e ter uma plataforma preparada e robusta para corresponder ao crescimento esperado nessa época. Vários sites de plataformas mais básicas não estão aguentando a crescente demanda e não atendem ao cliente, por isso ter uma plataforma preparada e uma empresa especializada em seu desenvolvimento é fundamental. Várias marcas de roupas já anunciam a seus clientes que estão dando entrega em domicílio.

Grandes supermercados e redes de atacado foram sobrecarregados nos últimos dias por um grande número de clientes – com números acima das vendas de Natal e Ano Novo e as entregas online já sofrem atrasos.

 

Produtos mais vendidos no final de semana passado

Nas últimas duas semanas, as vendas na categoria farmácia aumentaram 50% em comparação com as vendas médias usuais. No setor de supermercados, houve um pico de vendas na última semana, com um crescimento de 36% nas compras realizadas. 

Espera-se algo semelhante ao que está acontecendo agora na Europa, onde existem setores – venda de produtos básicos, comércio eletrônico e tecnologia – que se beneficiam.

Um relatório global da consultoria, com base em informações de consumidores nos países onde já estão em estágios mais amplos de isolamento, mostrou que o fornecimento geralmente antecipa compras futuras, o que pode gerar um ponto mínimo de vendas a médio prazo. Citamos, particularmente, os alimentos, porque são produtos que podem sofrer expansão sustentada, pois as famílias podem consumir mais em casa do que normalmente consumiriam.

Crescimento no setor de entretenimento

Também é esperado crescimento nas próximas semanas no setor de entretenimento on-line: de videogames, serviços de streaming de filmes e séries, aplicativos. Nos países onde já experimentaram medidas mais extremas de isolamento, como a China, os jogos online aumentaram suas vendas em até 50%. 

A expectativa é que outros nichos do mercado mundial também se beneficiem com o e-commerce, como os setores de moda, educação, entretenimento entre outros. As pessoas não vão deixar de consumir, mas vão adaptar suas opções de compra ao momento que estamos vivendo.

Fonte: https://www.infobae.com/economia/2020/03/19/los-negocios-que-crecen-a-pesar-del-coronavirus-delivery-comercio-electronico-notebooks-y-productos-de-limpieza/

 

Homeoffice pode aumentar a demanda por serviços de software e tecnologia

Na área de tecnologia, também é esperado um aumento na demanda por serviços de software para teletrabalho e reuniões virtuais ou videoconferência, no caso de empresas que não os implementaram até agora. Também a partir de plataformas de educação online. Na Europa, por exemplo, a Microsoft ofereceu suas ferramentas de teletrabalho por seis meses sem nenhum custo, e as empresas de telefonia melhoraram as conexões de Internet de seus clientes gratuitamente.

Empresas de logística (que entregam pacotes de entrega em domicílio), empresas de varejo de alimentos e empresas de telecomunicações e tecnologia são as mais resistentes ao impacto da pandemia de coronavírus, de acordo com um relatório publicado pela agência de classificação de crédito da Moody.

Esses setores se beneficiarão de uma demanda estável, embora ainda estejam expostos a interrupções na cadeia de suprimentos. Por outro lado, as empresas de tecnologia e telecomunicações também resistirão aos impactos econômicos derivados do surto viral, se o nível de contato físico continuar a diminuir e mais funcionários trabalharem em casa.

Entre os setores mais afetados, estão o turismo e o lazer, incluindo restaurantes e companhias aéreas, que dependem “fortemente” do comércio internacional e da livre circulação de pessoas, atualmente limitada. Porém, a capacidade das empresas de resistir ao impacto econômico da pandemia dependerá de sua duração.

Embora o cenário base seja que, no segundo semestre, a atividade econômica se normalize, há uma incerteza “maior que o normal” em relação a suas previsões.

 

Coronavírus e e-commerce

A suposição de que o coronavírus, o distanciamento social e a permanência em casa impulsionarão o comércio eletrônico é amplamente aceita pelos especialistas em marketing digital.

Dados preliminares da Quantum Metric mostram que o comércio eletrônico nos EUA, em comparação às lojas físicas, registrou um aumento médio na taxa de crescimento receita semanal de 52% em relação ao mesmo período de 2019. Na mesma comparação, considerou um aumento de 8,8% nas taxas de conversão. As conclusões da empresa baseiam-se em mais de 5 bilhões de visitas a sites de revendedores — incluindo acesso mobile — entre 1º de janeiro e 29 de fevereiro de 2020.

No quarto trimestre de 2019, de acordo com dados do governo dos EUA, as vendas online representavam 11,4% do gasto total no varejo. Este ano, a loja online deverá atingir 12% ou mais, dependendo de como o coronavírus e seu impacto na economia se desenvolvam. 

  

Imagem: pesquisa de março com 304 varejistas norte-americanos, realizada pelo Digital Commerce 360

Fonte:  https://marketeer.sapo.pt/coronavirus-o-comercio-electronico-vai-crescer-assim-tanto

 

Com expansão do coronavírus, varejistas brasileiros se voltam ao e-commerce

Enquanto lojas físicas estão fechando em todo o Brasil como medida para evitar a propagação do coronavírus, as empresas que possuem comércios online estão testemunhando um crescimento significativo no tráfego e vendas.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), alguns sites registram desde o dia 12 de março alta de até 180% nas vendas, com destaque para produtos alimentares e farmacêuticos. Devido a esse fator, a associação deve revisar a estimativa de faturamento da área.

Inicialmente, a previsão estava estimada para uma alta de 18% na receita, que se traduziria em R$ 106 bilhões de reais.

O panorama atual tem se mostrado favorável para empresas que possuem negócios relacionados a itens essenciais de subsistência, como alimentos e itens de higiene. Um exemplo é o desempenho financeiro do Carrefour, cujas ações aumentaram 12% desde o dia 14 de fevereiro.

Fonte: https://computerworld.com.br/2020/03/23/com-expansao-do-coronavirus-varejistas-brasileiros-se-volta-ao-e-commerce/

Vendas pela internet crescem mais de 100% no Brasil com coronavírus

Para empresas que atuam no formato híbrido e em outros mercados, a situação é outra. As ações da Via Varejo e Magazine Luiza, que possuem muitas empresas físicas e em shopping centers, caíram 47% e 27%, respetivamente, entre os dias 13 e 19 de março, embora o aumento das vendas tenha sido ajudado pela Semana do Consumidor.

A expansão da pandemia do coronavírus também está impulsionando as vendas pela internet, de acordo com a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Segundo reportagem do jornal Agora S.Paulo, uma pesquisa da entidade revela que categorias de bens de consumo chegaram a ter crescimento de mais de 100% no comércio online, como saúde (111%). Beleza e perfumaria e supermercados acumulam altas de 83% e 80%, respetivamente.

Fonte: https://agora.folha.uol.com.br/grana/2020/03/vendas-pela-internet-crescem-mais-de-100-no-brasil-com-coronavirus.shtml

Veja o surto de coronavírus como uma oportunidade

O surto de coronavírus pode ser uma oportunidade de crescimento para o e-commerce brasileiro, que continua crescendo: em 2010, obteve um faturamento de R$ 16,8 bilhões 9 anos depois, em 2019, esse valor subiu para R$ 75,1 bilhões, segundo Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Mas, apesar desse aumento significativo, o comércio eletrônico, em 2019, representava cerca de 5% do varejo brasileiro como um todo, o que significa que ainda há espaço para crescer, mesmo na crise.

Muitos lugares em todo o mundo e também no Brasil, têm fechado as portas, cancelado eventos, para evitar as aglomerações.

Na época em que não existia internet e nem e-commerce, não tínhamos alternativa, mas agora é possível comprar quase tudo por esse canal, graças ao e-commerce.

 

Se você tem uma loja física e/ou uma loja virtual, comece agora investindo na loja virtual. Apresente os canais online da sua loja e os convide a continuar comprando pela internet.

Dessa forma, se você tiver de fechar a loja física, você terá esse outro canal de negócio.

Precisamos estar preparados para tudo. Podemos e devemos preservar nossa saúde e a de nossos amigos e familiares, mas, além disso, podemos ajudar as pessoas a terem acesso ao máximo de produtos e serviços com o auxílio da internet.

 

Nesse momento que estamos vivendo, apostar em e-commerce será um bom investimento visando o crescimento de vendas que ficará estagnado ou pode até diminuir nas lojas físicas. Dessa forma e por causa do isolamento social obrigatório, essa vem sendo a forma mais segura de manter os negócios firmes e fortes no mercado.

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