O Machine Learning da Amazon pode fazer parte da sua plataforma de E-Commerce.
Hugo da Wishtech

Hugo da Wishtech

Co-fundador, viciado em Marketing e Tecnologia.

A Tecnologia da Amazon agora na sua Loja Virtual

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O Machine Learning da Amazon pode fazer parte da sua plataforma de E-Commerce.

A escalabilidade, facilidade, performance (e lucros!) da Amazon só são possíveis através do Aprendizado de Máquina, o mesmo que você pode implementar!

Só para deixar claro, não estou falando aqui de colocar centenas de câmeras na sua Plataforma de Loja Virtual igual na Amazon Go! Na verdade, talvez esteja sim, mas de uma maneira diferente meio igual mas meio diferente. Não entendeu? Tudo bem, eu não sou máquina, mas sei ensinar e, com certeza, será fácil para você (que não é máquina) aprender!

 

Como danado uma máquina aprende?!

O universo do aprendizado de máquina é mais simples do que você espera!

 

Se alguém te parar no meio da rua e pedir a resposta para esta pergunta imediatamente, responda simplesmente que uma máquina aprende da pior maneira possível!

“E por que eu vou querer a pior maneira na minha plataforma de loja virtual?”

Ahh, calma! A aprendizagem de máquina acontece, nos seus estágios iniciais, da pior maneira. Simples tentativa e erro. Como humanos que somos, não temos o prazer de testar algumas várias milhões de combinações diferentes de produtos que combinam com outros na nossa loja virtual, por exemplo.

Um algoritmo usando aprendizado de máquina começa aprendendo devagar e, conforme seus modelos vão ficando mais precisos, ele passa a tomar decisões de aprendizado ainda mais precisas. Deixa eu te explicar como que acontecem, na Amazon, os processos de pós venda. Se você for cliente da Amazon em qualquer canal, certamente vai identificar esses passos e, mais do que isso, ficará com mais ânimo para aplicar em sua própria plataforma de loja virtual!

Seguinte! Sabe as novas lojas da Amazon, as Amazon Go? Aquelas que não tem atendentes. Elas possuem centenas de câmeras e sensores de todos os tipos espalhados pela loja para coletar dados do comportamento dos clientes. Na verdade, a Amazon Go aprende com a Amazon virtual. Na sua plataforma de loja virtual já é possível aplicar essas tecnologias e lidar com uma quantidade de dados absurda que pode ser lapidada e utilizada.

Com o comportamento em mãos, modelos vão se formando na cabeça (chip?) da sua plataforma de loja virtual. Imagine que os cliques, tempos de espera, produtos clicados, emails abertos e todo um aparato relacional (CRM incluso!) com o cliente entra em operação para criar padrões. Com o tempo, a Máquina – que é sua loja virtual – começa a ganhar vida e saber, exatamente, o que o cliente deseja.

 

A mente de uma loja virtual com Machine Learning

Este é o Wall-e, ele é fofo e legal. Porém, não aumenta as conversões da sua loja virtual. Abaixo, conheça a Raquel!

 

Analisei uma inteligência artificial responsável por uma plataforma de loja virtual para saber o que se passa na mente dela antes de tomar suas decisões. Lembrando que as decisões dela são projeções (chutes super precisos!) do que o consumidor realmente deseja.

Entrei numa loja virtual, liguei o gravador de pensamentos da Machine Learna e ela começou. Sim, é Machine Learna porque é Raquel o nome da IA (Inteligência Artificial) que analisei.

Ao entrar no site, a Raquel já começa a rodar diversos modelos estatísticos a partir da informação de onde eu venho, o navegador que uso e meu sistema operacional. Coleta algumas informações e me enquadra em uma categoria probabilística. De repente, eu decido clicar no Sobre da empresa.

E lá vem a Raquel me julgando!

Sabe o que significa quando um prospecto clica no Sobre da empresa antes de clicar nos produtos? Eu, certamente, não sei! Afinal, não tive a chance de aprender com milhões de tentativas igual à Raquel. Mas, tudo bem, continuo minha jornada e vou olhando os produtos da loja, um por um. Decido que é uma ótima ideia enganar a Raquel e começo a clicar apenas em roupas brancas. Aliás, eu falei que a Raquel era de uma plataforma de loja virtual de roupas? Se não falei, falei agora.

Raquel, aqui, representa o sistema por trás do Machine Learning da sua loja virtual.

Clicando apenas em roupas brancas, meu intuito é saber se ela sabe que eu só gosto de roupa branca e passa a me oferecer apenas isso. Clico umas 50 vezes em produtos brancos e, a cada novo clique, percebo que há menos roupas brancas disponíveis no E-commerce para serem recomendadas. Fico então me perguntando sobre o Machine Learning da Raquel.

Talvez a Raquel seja uma Machine que precise Learnar um pouco mais.

Porém, a Raquel, se pudesse falar, seria metida e diria algo assim: “para esse nicho específico, quanto mais um consumidor clica na mesma cor, mais propenso ele fica a comprar outras cores e menos a mesma.”

O Machine Learning da Raquel é mesmo bom e agora ela não pararia de falar:

“… se ele clica no vermelho depois de 50 brancos, oferecer um sapato teria 32% de chance de ser comprado junto. Ahhh, mas se o sapato do E-commerce for com desconto de 30%, aumenta para 39% de chance. Se a pessoa for do Nordeste, no entanto, precisaria de um redutor de 3%. Se desse um frete grátis….”

e a Raquel encheria o saco com mil informações que eu não entenderia. Mas tudo bem, ela faz o trabalho dela e faz muuuuito bem feito.

A única coisa que a gente precisa aprender com a Raquel é que ela não tem nada pra fazer da vida além de decorar, aplicar e aperfeiçoar modelos probabilísticos e ações pontuais de conversão. Por fim, se eu tiver caído num dos modelos probabilísticos ninjas da Raquel (#fuiJulgado), receberia um email em alguns minutos avisando que meu carrinho está me esperando com 50 camisetas brancas, uma vermelha e um sapato!

 

Útil, Agradável e Bizarro: UX, Design e Machine Learning

“Não entendi, mas é bonito”, disse a moça de vermelho antes do Machine Learning.

 

Antigamente, quando toque polifônico só existia nos melhores celulares, era tudo mais simples. Tudo mais simples porque você só tinha várias umas opção: complexidade.

Software era feito ao desejo de quem o produzia. Para implantar ou migrar sua ideia, somente com um profissional ou uma equipe profissional de programadores. Conforme a percepção da necessidade do usuário final adentrava, mais intuitivos ficavam os sistemas. E os usuários já vinham brigando desde o século passado com isso!

A UX (User Experience) surge como modelo analítico de comportamento do usuário. Afinal, qual a lógica de fazer uma experiência (design) para o usuário que o próprio usuário não consegue usar e sequer acha agradável? A UX não é nova, ela começou em “laboratórios” em universidades onde duas ou três câmeras analisavam uma pessoa interagindo com um sistema.

Imagina alguém com um headset meio bizarro, uma câmera (parecida com uma mini GoPro) na testa e sendo observada através daqueles espelhos escuros de delegacia de filme americano. Esses eram os testes de UX de antigamente. Hoje eles podem ser feitos diretamente na tua plataforma de loja virtual para saber o comportamento do teu consumidor.

Ferramentas como mapa de calor de cliques em página estática, tempo de estadia em páginas, caminho de links percorridos e um mundo de informações é coletado de modo a encontrar, exatamente, o tipo de experiência que o consumidor tem dentro da nossa plataforma de loja virtual.

A questão do design se enquadra nesses aspectos porque houve uma grande inversão de valores por um tempo (e você deve lembrar de um exemplo!), em que sites exageravam no design. Nem toda obra de arte é compreendida, por mais magnífica que seja. Hoje, com a união da UX, o Design pode finalmente atingir o público onde ele precisa e deve ser atingido.

Ainda mais, sabe onde a metida da Raquel entra nessa história? Na medição de taxas de conversão com testes A/B, por exemplo. Alguns anúncios, recomendações ou CTA (Call to Action) podem converter mais e a Raquel vai aprendendo, clique a clique, scroll down por scroll down (bolinha do mouse).

 

O Que Esperar Após a Implantação de sistemas como a Raquel?

E aí, como que tá a expectativa até agora? Vai lá embaixo nos comentários ou clica logo pra entrar em contato para que eu possa saber!

 

Para explicar sobre isso, preciso te lembrar de uma das teorias mais simples e eficazes da administração. Já ouviu falar da tal da “curva do S”? Não, não é aquela rua lá naquele bairro onde aquele seu amigo mora.

“A curva do S” compara risco ao retorno sobre o investimento (ROI).

Na tua loja virtual, atualmente, como que se compara ela em termos de tecnologia em relação a outras de mesmo nicho? A questão da curva do S é parecida com os bear market (crise) e bull market (euforia econômica). Crises e euforias são cíclicas e isso não muda para a adoção de tecnologias para seu E-commerce. Porém, a diferença é que uma vez que uma euforia acontece em avanços de inovação e qualidade (como o próprio fato de quase todo mundo ter loja virtual), se torna obrigatório que todo mundo assuma a nova inovação e qualidade.

Entendeu? Quando o risco cai, o retorno cai e se torna obrigação.

Estamos, hoje, no momento mais que ideal para a curva do S dos E-commerce, tendo em vista que o Machine Learning não é algo totalmente novo. Ou seja, os early adopters (quem entrou primeiro, como a Amazon), já pagaram o pato dos maiores riscos. Mas, apesar de não ser algo novo, não é algo totalmente dominado e ainda não há completa obrigação de se ter uma plataforma de loja virtual com Machine Learning.

Basta a você decidir quando – se agora ou quando for obrigatório – implementará.

Saber O Futuro do Varejo e Como a Tecnologia Está Revolucionando o Varejo Digital deve ser um dos seus pontos focais se quiser continuar competitivo. Em especial, esse conselho é válido se nos últimos anos você tem investido em tráfego mas tem percebido uma queda nos índices de conversão.

O Que Você Ganha Tendo Tecnologia da Amazon?

Para resumir tudo que conversamos aqui, vou listar seus ganhos ao utilizar a tecnologia da Amazon na sua plataforma de loja virtual.

  • Você poderá falar que “utiliza tecnologia da Amazon” igual eu falo! Haha!
  • Menos pessoal na folha de pagamento e maior eficácia na loja virtual.
  • Se é para relacionar com cliente, integra com CRM também!
  • Modelo personalizável e individual de recomendação.
  • Aumento do CRO da sua plataforma de loja virtual.
  • O sistema aprende e continua aprendendo.

Por fim, e para sua sorte, te ofereço uma ajuda da Raquel aqui na Wishtech. Metida do jeito que somente ela é, de forma a aumentar suas conversões, lucro e relacionamento com o cliente. Ahh, se fosse você, entraria logo em contato porque, abusada do jeito que ela é, é bom que você agrade dando um “Oi, Raquel!” clicando no ícone verde do Whatsapp aqui do lado! Haha

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